Whitlock entra na equipe olímpica?

Desde o fim de 2016, quando foi campeão olímpico de solo, cavalo com alças e bronze no individual geral, as aparições mais marcantes de Max Whitlock nos Mundiais ficaram restritas ao cavalo com alças. Entretanto, não deixaram de ser expressivas: o ginasta foi campeão mundial em 2017, 2019 e prata em 2018. Será que esse aparelho é suficiente para carimbar seu passaporte pra Tóquio?

Esse é um questionamento que tem  gerado discussões, mas fato é que seria quase uma irresponsabilidade deixar Whitlock fora da equipe olímpica. Com 15.500, nota conquistada em Stuttgart 2019, concorre facilmente ao ouro em Tóquio. Ele ainda compete barra fixa e paralela, caso seja necessário.

Com uma equipe sem chances de medalhas, não vale a pena levar apenas os all-arounders. A estratégia deve ser levar o maior número de especialistas e finais possíveis, como foi com nossa seleção masculina no Rio e provavelmente será em Tóquio. Max é a maior chance de medalhas de toda a delegação britânica e não vai ficar fora.

Além dele é possível que Joe Fraser, melhor generalista da equipe, entre por isso e pelas chances que possui na paralela. Ainda temos Giarnni Regini-Moran, com um ótimo desempenho no salto no último europeu e Courtney Tulloch, que normalmente tem bons resultados nas argolas.

Texto de Cedrick Willian
Foto: Team GB

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