“Acredito que 100% dos atletas não estão satisfeitos com a atuação
da Confederação Brasileira. Para mim acabou se desencadeando um problema
maior porque sou uma menina que fala e luta pelas coisas que acredito.
Espero sinceramente que as coisas mudem, afinal temos uma Olimpíada pela
frente, na qual eu quero fazer parte” ressaltou a atleta em entrevista
exclusiva.
Para a ginasta brasileira os principais pontos de reclamação são que
falta investimento na base e o foco é apenas nos atletas de alto
rendimento.
O salto do ouro podia ter sido brasileiro
Do Brasil, Jade assistiu a Romena Sandra Izbasa ser campeã olímpica
com o salto Mustafina, o mesmo treinado por ela durante meses. Tanto a
ginasta, quanto técnicos e praticantes do esporte acreditam que com este
salto, Jade teria reais chances de medalha.
“Ser cortada por não
ter capacidade de representar o Brasil é aceitável, mas eu tinha, ganhei
pontos para a equipe. O salto que treinei durante meses é igual ao que
rendeu o ouro olímpico a Romena. Eu poderia ter saltado tão bem quanto
ela” ressaltou.
Depois dos conflitos envolvendo os Jogos de
Londres, a atleta voltou a treinar forte e conquistou o título
Individual Geral no Campeonato Brasileiro de Ginástica. Com os olhos
voltados para a Olimpíada de 2016, no Rio de Janeiro, Jade aguarda as
novas regras de pontuação para acrescentar mais dificuldade técnica nos
treinamentos, e assim estar bem preparada para competir aqui no Brasil.
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